Obedecer é manifestação de amor

28 ago

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16)

Segundo semestre na universidade, novas matérias, novos professores, novas responsabilidades e uma turma de primeiro ano de jornalismo mais unida. Tudo indica que o foco do curso este semestre é levar-nos a uma compreensão maior sobre nós mesmos e o próximo, percebo que os professores nos conduzem a enxergar a sociedade como um caldeirão de diversidades a serem pesquisadas, com todo respeito, por nossas mentes curiosas de aspirantes a jornalistas. Eu amo muito conhecer novas culturas. Desde criança tenho um fascínio especial por costumes diferentes. Para mim a diversidade cultural que existe no mundo é uma linda manifestação da criatividade de Deus colocada no homem. A Bíblia ensina que o Pai é o criador do universo de tudo que nele há, e que Ele tem um amor tão grande pelo mundo, ao ponto que foi capaz de entregar à morte o seu único filho, para que todo àquele que nele crer, e obedecer a seus ensinamentos, não sofram, mas tenha a vida eterna.

Obedecer é um desafio para várias pessoas nos dias de hoje, por que vivemos numa cultura econômica materialista e individualista, aí muita gente não aceita obedecer, pois isso significa se sujeitar à vontade de outrem. Recentemente descobri que na visão judaica não existe fé sem obediência, quem crê na bondade de Deus não tem razão para não obedecê-lo. Ser sujeito a vontade do Senhor implica em fazer o que é justo não em fazer apenas o que te faz sentir bem, às vezes o primeiro passo esteja em passar por cima do seu próprio orgulho, como pedir perdão, por exemplo. A prova de obediência que o Pai nos dá é um desafio necessário para sairmos de nossa zona de conforto e demonstrarmos com a nossa vida o seu amor por todos.

Pessoal como ilustração ao texto deixo pra vocês o clipe a baixo da música “PERDÃO” do cantor Henrique Cerqueira (Pimentas do Reino), mas quero esclarecer que não estou apaixonada por ninguém em especial, só postei o clipe porque o acho pertinente para o momento.

Deus abençoe a todos.

Ká Sant’Ana

Bem vinda à hora de ser

3 ago

      O dia do aniversário é sem dúvida um dia significativo. Geralmente nesse dia eu reflito sobre o caminho trilhado em minha vida, neste ano não foi diferente. Agradeci a Deus, quando pensei no passado e constatei que apesar de todo meu medo não cometi muitos erros, só o suficiente para aprender com o sofrimento o que jamais aprenderia na felicidade. Senti muita saudade da infância, da falta de responsabilidade, nessa fase da vida que sua atenção e criatividade estão voltadas para “o criar”, criar uma nova brincadeira e se divertir de um jeito novo. Senti falta do meu pai e dos cuidados dele comigo, mas Deus tem suprido isso em todo tempo.

      Vejo que ser adulto é saber caminhar neste mundo aceitando ser quem é mesmo com todos os seus defeitos e medos. Quem é você? Quando indagadas a maioria das pessoas evita pensarem nisso, afinal em um mundo tão fugaz e superficial como o nosso, que não aceita nada além ou aquém do padrão, quando alguém arrisca dizer quem é, cai no erro de enumerar de quem se cerca ou os títulos que possui.  Pois responder quem é significa ter pelo menos uma idéia sobre de onde se veio, por isso sou grata pelos anos que passei lendo a Bíblia e freqüentando a igreja, nesse tempo aprendi que sou uma pessoa única criada e sonhada por Deus, e que Ele é um ser criativo demais para fazer duas pessoas iguais essencialmente.

Este ano fiz trinta anos e percebi que uma nova fase surgiu em minha vida, agora estou muito longe da infância para justificar minhas eventuais infantilidades, não que acredito em ser madura o tempo todo, afinal, quem brinca é porque ri de si mesmo e não deixou de aprender. Estou um pouco longe da adolescência para negar a mim mesma todo tempo e ter uma crise de tempos em tempos. Agora não tem escapatória, ta na hora de aceitar: eu sou assim e pronto não é bom nem ruim nem precisa mudar, certamente no futuro haverá evolução, quanto ao presente só espero viver mais leve esta vida que segue.

Quarta-feira bem humorada

25 jul

Hoje acessei a internet para conferir as novidades, lendo as notícias do dia, e aproveitei para me divertir:

GNT perde espaço entre mulheres.Segundo uma colunista do jornal online Estadão, o canal fechado perde público feminino de 18 à 49 anos. Muito interessante essa informação, pois as únicas atrações que eu associava ao canal GNT é o programa de entrevistas da Marília Gabriela, e Irritando Fernanda Young, que eu só descobri que existia pela internet.

Ashton Kutcher viverá nos cinemas o gênio Steve Jobs, o filme ainda não tem estréia prevista, mas certamente será um marco na carreira de Kutcher, o que comprova a versatilidade do ator que circula do drama pela comédia com eficiência. Sua atuação no filme de Jobs, reafirma ao telespectador o senso de humor norte-americano dos produtores de Hollywood que escolheram para interpretar um gênio um idiota milionário. (assistam Two and a half men ).

Avenida Brasil, há tempos não via uma novela brasileira fazer tanto sucesso, e não estou falando apenas do sucesso da mídia, mas sim do que tenho ouvido nas ruas. Ontem fui ao supermercado e ao passar as compras no caixa, a moça do caixa comentava com o empacotador que não perdia a novela e ele disse que também não. Querem ver o embate das personagens Carminha e Nina. Segundo a atriz que interpreta a vilã Carminha, Adriane Esteves, até ela se assusta com gente que torce por sua personagem. Em entrevista ao programa da globo, Fantástico, a atriz soltou um espontâneo comentário: “As pessoas são loucas”. De fato Adriane, por isso novela ainda faz tanto sucesso no Brasil, porque a loucura também emburrece.

Saturday Night Light foi a aposta da emissora Rede TV em levar a comédia stand up para o telespectador, um formato cheio de bizarrices e piadas carregadas com humor negro, apropriadas ao teatro ou ao público da internet que consagrou o apresentador e humorista Rafinha Bastos. Decididamente não caiu no gosto popular. Agora para ajudar, há rumores que o ator, e interprete do Robin (no quadro de Batman e Robin (versão gay) que passa na Praça É Nossa, do SBT) Alexandre Frota pode apresentar o programa. Pior não poderia ficar, eu ainda sou a favor de levantarem a dignidade e alto estima do Marcio Balas, e voltarem a transmitir o programa É TUDO IMPROVISO, bem mais divertido e inteligente, e uma ótima opção para quem gosta de humor stand up na TV. Fica a dica para desastrada Rede TV.

Como deu para notar no mundo das notícias de entretenimento há muita diversão, em política então, o que não falta é atração, em ano de eleição tem político virando personagem de gibi e apresentando suas propostas no mundo animado das HQ´s  e até andando de esqueite para se aproximar do público, só esqueceram de avisar ao “digníssimo” político que, o pessoal brasileiro obrigado a votar são os maiores de 18 anos.

Hoje é dia do amigo!

20 jul

Hoje é o dia do amigo, sabe como eu fiquei sabendo disso? Visitando redes sociais.
É inacreditável como as redes sociais na internet mudaram nosso comportamento em sociedade, hoje lembramos de aniversários de amigos e familiares graças à visitas constante às páginas de relacionamentos, ficamos atualizados sobre qualquer data comemorativa, por mais insignificante que seja. Há uns dez anos  antes da internet entrar em minha casa, eu nem fazia ideia que existia dia do amigo, dia do rock, dia do jornalista, dia do engenheiro, e por aí vai…Nenhuma informação dessas fazia diferença na minha vida. Hoje o dia inteiro as pessoas acessaram as redes sociais para postar mensagens “lindinhas” de carinho aos amigos, inclusive eu, e o que isso muda na prática? Será que temos a mesma facilidade de expor nosso sentimento pelo amigo com um grande e forte abraço ao encontrá-lo, de repente, na rua? Ou em qualquer outro lugar, sem temer ser tachado de louco, por fazer algo que poucas pessoas tem coragem hoje em dia?

Enquanto descansava, após o almoço, assistia na TV um tele jornal que anunciou um massacre que aconteceu nos Estados Unidos, na estréia do filme Batman, não lembro bem dos detalhes da notícia, apenas me lembro que ao final a jornalista disse que o jovem, autor do crime, era conhecido pelas pessoas próximas como um rapaz solitário. Infelizmente ele não é o primeiro que toma uma atitude terrível como essa por se sentir só, sem dúvida essa não deve ser a única razão, mas é um bom ponto de partida para a nossa reflexão.

Certa ocasião estava conversando com uma amiga sobre a diferença de comportamento e de valorização de pessoas que moram em grandes centros urbanos, como São Paulo, e pessoas que vivem em cidades do interior, como os moradores de Botucatu. Constatamos que os jovens do interior preocupam-se mais com a moral, porque geralmente as pessoas se conhecem e conhecem as famílias de cada um, enquanto que em cidades como São Paulo, a vida é muito agitada e muitos passam despercebidos, por isso tanto faz com quem você sai, ou com quantos sai, ninguém vai reparar, é por isso que a aparência é tão valorizada, o ter é mais importante que o ser em grandes metrópoles, porque foi dessa forma que as pessoas perceberam que podiam se destacar, afinal o ser humano tem uma necessidade natural de ser notado.

Percebo que essa ânsia de ser notado cresceu no interior humano com o avanço da globalização, um fenômeno que aproximou o mundo e propagou o individualismo, tirou a ideia do “penso, logo existo” e trouxe ao consciente mundial a ideia do “consumo, logo existo”, essa mudança de pensamento nos fez olhar cada vez mais para nós mesmos e com isso viver para satisfazer uma vontade insaciável. Ao agir assim pouco importa  quantos jovens se suicidaram desde o início do ano. Porque pessoas como esse jovem que assassinou tantos nos Estados Unidos fazem essas coisas? Não sei, mas receio que uma das razões esteja no sorriso que não damos ao colega de trabalho, escola ou faculdade, ao abraço que temos vergonha de dar em público em amigos e familiares, ao dia do amigo que comemoramos sem dar um telefonema para chamar os amigos para sair e dar boas risadas numa mesa de lanchonete, ou num velho barzinho conhecido da galera.

A empregada doméstica mais divertida

28 jun

Recentemente conheci pela internet a música “Vida de Empreguete” que está fazendo um certo sucesso, por se tratar de um hit sobre três empregadas domésticas, super inteligentes, sensíveis e antenadas, que aprontam todas na novela das sete, da rede Globo: Cheias de Charme.

Quando ouvi a letra da música, achei engraçadinha, super criativa e objetiva, retrata sem dúvida o perfil da empregada doméstica atual. Isso me fez lembrar quando eu era criança gostava de ouvir os discos de vinil da Jovem Guarda, da minha mãe. Eu me divertia dançando na sala de casa, (não me lembro de pedir disco de música infantil para os meus pais comprarem), minhas músicas favoritas eram várias de Roberto Carlos, Erasmo, Elis Regina, Jair Rodriguês, Sérgio Reis, os Beatles, Elvis Presley e meu querido Eduardo Araújo (que cantava “Lobo Mal”, música que consagrou Roberto Carlos nos anos de 1960). Entre tantas opções eu também era fã de uma única música do conjunto Golden Boys, lembro que essa música vinha de um disquinho pequeno de vinil com uma música em um lado, e outra no outro lado. A canção está na minha cabeça até hoje e as vezes canto sozinha em casa pra me divertir: “Minha empregada”, vejam a letra que engraçada. Mostra de forma bem humorada como era dura a vida de uma empregada doméstica que trabalhava na casa de um homem solteiro. É pra morrer de rir.

Minha empregada (Golden Boys)

Se eu chegar em casa, não encontrar almoço pronto, minha roupa bem passada e o assoalho a brilhar!
Vou mandar minha empregada andar… (2 x)
Ela não quer trabalhar!

A minha empregada é muito chique, adora passear lá no mercado. E no fim de semana eu lhe arranjo: quinze minutos pra falar com namorado!

Se há um bom patrão no mundo sou eu e sei que a mim ninguém desmente, no último Natal, pra ela! Eu dei uma vassoura de presente.

Se eu chegar em casa, não encontrar almoço pronto, minha roupa bem passada e o assoalho a brilhar!
Vou mandar minha empregada andar…(2x)
Ela não quer trabalhar!

Um dia ela me pediu aumento…E pra mostrar que eu sou bom patrão, eu dei aumento de serviço: mandei que ela pintasse o portão.

Se eu chegar em casa, não encontrar almoço pronto, minha roupa bem passada e o assoalho a brilhar!
Vou mandar minha empregada andar…(2x)
Ela não quer trabalhar! Hei! Hei!Hei!

(letra da música do conjunto da Jovem Gurada, Golden Boys. Segundo o que eu me lembro)

Comunicação ao povo

4 jun

Qual a necessidade do Brasil ter um Marco Regulatório de Comunicações? Essa foi à pergunta desafiadora para começar a semana.

O que falta no Brasil é mudar os critérios para distribuir concessões públicas de rádio e TV. Hoje em muitas regiões brasileiras, elas estão sob o poder de políticos e magnatas que as utilizam em favor de seus próprios interesses. Essas concessões  deram origem as emissoras de TV e rádio conhecidas hoje, cujas quais são os principais veículos de informação, foram distribuídas pelo governo aos políticos filiados a partidos autoritários (como o ARENA) no início da ditadura, nessa época o objetivo do Estado “militar” brasileiro era controlar a população de todas as formas, fazer valer suas regras pela força. O tempo passou, chegamos a um estado de representação democrática e nada foi alterado na forma administrativa dessas concessões públicas.

Concessões adquiridas com dinheiro do povo e para servir ao povo. No entanto seus proprietários continuam com as mesmas liberdades de influenciar a opinião pública com uma parcialidade descarada, servindo a elite econômica, principal anunciante da mídia. Como é o caso da Rede Globo, a emissora brasileira mais assistida no mundo já protagonizou escândalos e chegou até, a “ajudar” a  tirar um presidente do poder.

A guerra de audiência cada vez mais explicita, deixa claro o corporativismo de uma imprensa pouco preocupada com a qualidade e relevância da informação, dominada pelo capitalismo.

Em minha opinião é preciso repensar o processo de distribuição de telecomunicações já estabelecido no país. Os governantes falam com muito orgulho que somos um país democrático, que temos um excelente acesso a informação no Brasil, será mesmo? Em 10 de janeiro de 2012 no Estado da Bahia vinte e sete representantes tomaram posse do Conselho de Comunicação Social, em uma cerimônia solene. Segundo o governador baiano Jaques Wagner, o conselho foi criado para regulamentar o artigo 277 da Constituição baiana, que prevê a interação e o direito à informação da sociedade.

O político esqueceu-se de considerar que o direito à informação para a sociedade já está assegurado na Constituição Federativa do Brasil, a qual está à cima da Constituição baiana. O objetivo desse conselho de comunicações é planejar e elaborar políticas públicas voltadas para a comunicação no estado. Seria então, para democratizar a comunicação na Bahia, há muito nas mãos da família de Antônio Carlos Magalhães? Por enquanto, acredito ser só uma iniciativa brilhante para contar nas próximas eleições federais.

Porque precisamos de um Marco Regulatório de Comunicações no Brasil? Por que não estamos em um regime autoritário, a elite não representa a voz do povo, apesar de ainda estar no poder. Por que o acesso à informação tem estado mais fácil pela internet. E quem sabe, por uma revolução tecnológica o povo brasileiro possa finalmente tomar o poder e se fazer ouvir. Afinal muita coisa precisa mudar.

Ká Sant’Ana

A família de volta ao poder

30 maio

“Um país sem uma universidade forte abriu mão de sua própria dignidade, da capacidade de ditar seu próprio destino” Renato Ortz (Sociólogo e antropólogo da UNICAMP).

Esta frase foi uma resposta do sociólogo da Universidade de Campinas para explicar em 2002 à revista online Acadêmicos, a “sucateação” de universidades públicas paranaenses, que naquele período encontravam-se em greve, reivindicando salários atrasados dos professores. Situação cada vez mais comum no Brasil até os dias de hoje, não apenas no âmbito universitário, mas também em escolas públicas de ensino fundamental e médio.

Os professores, além de mal remunerados, estão quase sempre presos ao programa escolar do governo, ao qual não podem contestar apenas transmitir segundo ordens vindas de cima. Do ensino infantil ao médio as crianças e jovens brasileiros não são estimulados a pensar e contestar, apenas a decorar, obedecer e aceitar. Creio que a desarticulação social, causa da miséria, degradação da educação publica e do sistema de saúde público é resultado lastimável de vários anos de negligência para com a educação. Na Constituição brasileira ela é citada como um direito do cidadão, tal como a saúde e moradia. Na prática é de suma importância para gerar dignidade ao homem, capacidade de decidir seu próprio destino. Porque a educação não é levada a sério pelos governantes brasileiros? Por que se fosse, eles não estariam mais no poder.

No dia 22 de maio de 2012 o jornal online do Estadão publicou uma entrevista com o senhor José Pacheco, educador português que desenvolveu um método de ensino autônomo, desconstruindo a sala de aula tradicional. Ele é o criador do novo método da escola da Ponte. Nesse sistema o aluno escolhe o que ele quer aprender hoje, e dedica-se a pesquisar sobre aquele assunto. As crianças estudam em mesas de grupo e uma ajuda a outra, se houver necessidade a professora é solicitada por alguma criança, mas está lá para orientar somente. Quando chega a época de avaliação, a criança diz à professora que se sente pronta para testar seus conhecimentos.

Questionado pela reportagem do Estadão se existe no Brasil mais abertura hoje para projetos que desconstroem a escola tradicional, como a Escola da Ponte ou a Educação Ativa, ele respondeu: “existe abertura por parte de educadores atentos à tragédia educacional brasileira. Há dados que mostram que há alunos que chegam ao ensino médio analfabetos ou incapazes de fazer uma interpretação de texto”. (SIC) Uma triste, porém real constatação.

O fato é que o Brasil só se desenvolverá quando passar a investir na qualidade de vida do povo e numa boa educação caso contrário a sociedade mais ativa do que nunca, graças ao alto acesso a informação pela internet, vai tomar suas atitudes.

É o que já acontece, um movimento de pais brasileiros que para poupar seus filhos da violência física e psicológica nas escolas, decidiram desafiar o Conselho Tutelar, e tirar definitivamente seus pequenos da sala de aula tradicional para ensiná-los em casa. Nasce assim no Brasil a adesão ao Ensino Domiciliar: estima-se que mais ou menos 1000 famílias brasileiras façam parte dessa prática, comum em países do hemisfério norte e Europa. Segundo dados fornecidos pela ANED (Associação Nacional de Ensino Domiciliar).

O princípio do estudo em casa consiste em os pais ensinar os filhos a ler e escrever, após isso eles ensinam três elementos básicos: lógica, argumentação e aritmética, cujos quais habilitam as crianças a aprender qualquer coisa.

O medo dos governantes de haver pessoas mais esclarecidas e inteligentes em nosso país é tão grande que esses pais são perseguidos pelo Ministério Público e Conselho Tutelar, acusados de abandono intelectual.

O curioso é que o Estado brasileiro abandonou intelectualmente seu povo desde que destinou a “boa” educação para a elite, enquanto isso é um direito de todos. Com uma futura geração de pensadores e contestadores cursando uma academia de ponta, nossos governantes viverão com a corda no pescoço, para tirar dinheiro dos bolsos e reverter os impostos da população em saneamento básico adequado, educação de qualidade e tratamento de saúde pública digno. Coitados!

Ká Sant’Ana