Dom e vocação

13 dez

Quem um dia, diante da pergunta: “O que você vai ser quando crescer?” Não pensou em ser um jogador de futebol, bailarina, atriz, astronauta? Eu já quis ser várias coisas.

Lembro-me que até os dez anos quis ser arqueóloga, pois eu acreditava que só assim poderia trabalhar como assistente do Indyana Jones. Cresci um pouco e na escola, era apaixonada por história, literatura, geografia, ciências sociais, entre outras matérias da área de humanas, quando chegou a época de prestar vestibular eu tinha vinte e dois anos e um sonho, ser jornalista!

Via-me trabalhando, escrevendo artigos em jornais ou revista, assinaria:

“KÁ SANT´ANA”!

Meu maior prazer era escrever redações, sempre tive facilidade, em exames como ENEM e vestibular conseguia boas notas por isso.

Penso que a escrita é minha melhor forma de expressão, o que não anula meu dom de comunicação. Sempre gostei de gente, talvez não da variante de temperamento, mas da capacidade de transmitir conhecimentos, refiro-me é claro, a cultura. Acho facinante a diversidade cultural que há entre nós, As vezes pensamos ir muito longe para observar isso, porém a convivência nos revela a diferença educacional, um traço da cultura e sub-cultura de cada um.

Quando prestei vestibular a primeira vez muitas dúvidas pairavam na minha cabeça, acreditava que este seria meu único caminho profissional, será que em mim não haveria outras habilidades, que me levassem a lugares mais altos e me dessem um boníssimo salário? Logo, para libertar-me das incertezas percorri uma trilha bem diferente, fui fazer faculdade de informática para gestão de negócios, três anos de curso,muitos desafios superados, muitas desilusões e algumas dependências me fizeram ter a certeza que esta não é minha praia.

Hoje abandonei o curso de informática para correr atrás do meu sonho: JORNALISMO, decidi enfrentar o que for preciso para realizar este sonho, já não importa se um dia ganharei bem, ou o suficiente para sobreviver, entendi que dinheiro nenhum compra nossa alto-estima, alto-confiança, e paz de espiríto, quando temos certeza que fazemos aquilo para o qual nascemos a vida fica mais leve, a fé em Deus inabalável. Creio que ganhando muito dinheiro ou não, Deus meu Senhor, vai me sustentar como sempre fez até aqui e dar-me todo o necessário para permanecer viva. O mais com saúde e fé eu corro atrás.

Karina Sant´Ana

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